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 Rlim
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    Caralho, olhem essa entrevista do Piquet em 86:



    Puta que pariu, que coisa deliciosa de ler, me caguei de rir do começo ao fim.

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    Editado pela última vez por Rlim em 14/06/2020, 00:10, em um total de 1 vez.

     Rlim
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    Vídeo sensacional. Comédia pura.

    Editado pela última vez por Rlim em 13/06/2020, 23:42, em um total de 1 vez.

     Rlim
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    Entrevista 1 dia depois da morte do Senna.

    O conhecimento do cara é absurdo, foi até constrangedor ver a diferença de experiência dele pros jornalistas.



    Mesmo sem informações e dados, acertou quase tudo sobre o acidente e o que aconteceria na F1 nos anos seguintes.

    Monstro do caralho.

     Rlim
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    Primeira vitória do Nelsão em 1980. Narração de Galbão Bueno na BAND.

     Rlim
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    Piquezão campeão pela primeira vez em 1981.



    Uma história interessante é que em 74, Piquet foi voluntário no GP Brasil. Sua função era limpar os pneus do piloto argentino Carlos Reutemann.

    Apenas 7 anos depois, ele foi campeão do mundo em cima do próprio Reutemann.

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     Rlim
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    Vitória do Piquet no GP Brasil de 1983 em Jacarepaguá.



    Ele já havia vencido em 1982, mas acabou sendo desclassificado depois da corrida.

    O detalhe importante é que essa foi a primeira vez que o tema da vitória foi tocado pra um piloto brasileiro.

     Rlim
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    Matéria da Globo sobre o Bi do Nelson em 83. Vencendo o Prost.

     Rlim
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    Piquet baixando o cacete no chileno Eliseo Salazar, por ter cometido uma barbeiragem e lhe tirado da corrida.



    Olha a diferença do Nelsão pro manso do Barrichello.

     Maikson
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    Bom tópico. Se é o mais subestimado eu não sei, mas o endeusamento em relação ao Senna é tão grande por parte da mídia que o leigo de automobilismo nem sabe direito das conquistas do Piquet e do Fittipaldi.
    Rlim, Salieri  isso

     Rlim
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    Piquet botando a Komboza pra correr.



    Todo mundo que conhece o cara diz que é gente boa pra caralho. Fanfarrão, simplão e carisma.

    Uma pena não ser queridinho na Globo.

     Rlim
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    Outra grande entrevista do mestre.

     bagu
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    Nelsao eh od school, um comportamento desse hoje em dia jamais seria aceito no mundo politicamente correto, sempre dou risada quando ele conta as historias de como ele fazia o Mansell de pateta :lolsuper:

    Impressiona como o Nelsinho nao teve 1% do carisma e atitude do pai quando chegou na F1.
    Rlim  isso

     Rlim
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    Ele contando a história das diarréias do Mansell são comédia demais.

    "Ele tinha unx negócio de ir o tempo todo no banheiro. Eu olhava aquilo e me perguntava: O que esse babaca tá fazendo? Será que ele tá si cagando todo? Ai eu fui lá e tirei todos ux papél higiênico da porra do banheiru. O panaca ficou lá meia hora e saiu. Fui e perguntei, maix afinal o que tu tava fazendo? E eli me dizia que tava cagando. Bixu mentiroso da porra!"

    :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

     Rlim
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    Transmissão do título de 1983 pela Globo.

     Salieri
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    Monstro demais. Aprendi a gostar muito dele por causa do meu pai. Meu pai era fã do Piquet, sempre falava que gostava muito mais dele do que qualquer outro piloto brasileiro.
    Rlim  isso

     Rlim
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    Piquet, conta ai. Por que o Prost saiu da Renault?



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     Rlim
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    Caralho o homem tem 7 filhos.

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    Repodutor alpha!

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     Rlim
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    Avatar do usuário

    Mãe de coração

    Cercada de confiança, carinho e agradecimentos, Ignácia, a babá de várias gerações da família Piquet, completará 91 anos este mês. Ao lado de Nelson e Geraldo, por quem é considerada uma segunda mãe, ela abriu seus álbuns de fotos e lembranças para Encontro Brasília

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    Ignácia entre os irmãos Geraldo e Nelson Piquet: a babá que cuidou de vários integrantes da família é paparicada por eles

    Em frente à televisão, Ignácia rezava com as mãos e o coração apertados. A tela mostrava um carro de corrida a quase 400 km/h. As contas de um terço eram poucas diante das preces feitas em voz baixa pela mulher que acompanhava aflita as performances de um dos maiores pilotos da história do automobilismo, Nelson Piquet. O homem sem medo da velocidade, nem de falar o que pensava, com fama de temperamental, para Ignácia era simplesmente o menino que ela havia ensinado a ler na sala de casa, que embalou de madrugada e que alimentou tantas vezes. Ignácia perdeu o cálculo de quantas velas acendeu para Nossa Senhora, pela proteção de Nelsinho, como ela o chama, de quem foi babá e do qual recebeu o título de segunda mãe.

    Nelson aposentou-se, mas o altar religioso e as velas estão montados em um canto da casa de Ignácia, na fazenda Piquet, onde também moram o tricampeão de Fórmula 1 e o irmão mais velho, Geraldo Piquet, com suas respectivas famílias. Ignácia vive no espaço reservado a ela, na gigantesca propriedade cheia de verde, no Lago Sul, e tem uma cuidadora à disposição. Os Piquet fazem questão de tê-la bem perto, rodeada de cuidados. “Ontem eu era a babá, hoje tenho uma”, dispara Ignácia.

    O cuidado é a maneira de retribuir a dedicação de uma vida inteira. Quando Nelson acidentou-se, em Indianápolis (EUA), era 1992 e o mundo acompanhou o desfecho da grave colisão. A imprensa falava em possíveis amputações e em risco de morte. A pedido da família, Ignácia fez as malas e embarcou para cuidar do piloto. Nelson estava nas mãos dos melhores profissionais disponíveis, mas a presença de Ignácia significava algo que não estava à venda, algumas doses de amor e confiança.

    Ela só retornou a Brasília quando ele estava recuperado. “Quando me deram a notícia, eu corri para a igreja. Foi o dia em que mais rezei na vida”, lembra a ex-babá. “Dizem que orações curam doenças e têm poder. Se estamos aqui todos bem, deve ser por conta das rezas fortes da Ignacinha”, completa Geraldo.

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    Entre os santos, as orações e as lembranças: Ignácia pôs a família Piquet num altar

    Apesar da preocupação, ela sempre apoiou a carreira do esportista. O pai de Nelson, médico, ex-deputado federal e ex-ministro da saúde, Estácio Gonçalves Souto Maior, que morreu em 1974, não concordava com a escolha profissional do filho, que trabalhou como mecânico para custear o aprendizado no automobilismo. “Eu disse ao seu Estácio: o senhor não é dono da vida. Nelsinho ainda vai ficar é rico”, diz Ignácia. A profecia se cumpriu.

    Ignácia acobertava as saídas do rapaz para evitar conflitos com a família. Deixava também comida pronta, por gosto e não por obrigação, para quando ele chegasse de madrugada, no começo da carreira. “Não sei como meu coração aguentou. Eu pensava que Nelsinho não tinha juízo, que era melhor ter sido um doutor, mas o ajudava mesmo assim, porque confiava. Ele é que tinha razão”, afirma.

    A história de Ignácia, nascida na Paraíba (PB), misturou-se à dos Piquet quando ela tinha 16 anos, em Pernambuco (PE). Nessa faixa etária, as meninas pobres da região já trabalhavam havia tempo para sobreviver. Algumas nem sequer recebiam salário e prestavam serviços em troca de casa, comida e roupa. Uma amiga indicou Ignácia para trabalhar na casa de saúde administrada por Estácio, nascido em Pernambuco. A nova funcionária logo se tornou querida pela família do médico.

    Teve a sorte diferente da de muitas meninas de sua idade e na mesma situação de vulnerabilidade social. Quando Estácio foi eleito deputado, o hospital fechou as portas e ela foi convidada a ser babá e a deixar a cidade, rumo ao Rio de Janeiro, com os Piquet. Antes disso, Ignácia nunca havia se sentido importante, ela relata.

    Uma década depois de ter nascido, Ignácia Claudiana da Silva ainda não tinha certidão de nascimento. Descendente de escravos, começou a trabalhar aos 7 anos, como empregada doméstica. Ainda era criança quando conheceu a responsabilidade de tomar conta de outro ser humano. Não se lembra da vida sem deveres. Mesmo assim, não se descreve como vítima da miséria, mas como alguém que venceu as circunstâncias. “Minha mãe morreu quando eu era pequena. Eu e meus irmãos crescemos trabalhando. Nós dormíamos sentindo uma gastura, quando víamos era fome. Só tinha um restinho de farinha e mamona. Sobrevivi porque sou do santo forte”, lembra.

    Ignácia foi babá dos quatro filhos de Clotilde Piquet Souto Maior, que morreu em 2007, e Estácio Souto Maior. Alex, hoje com 70 anos, foi o primeiro. Em seguida, nasceu Geraldo, atualmente com 69 anos. A única mulher, Gerusa, de 66 anos, é uma das mais afeiçoadas a Ignácia. Mora nos Estados Unidos, mas envia fotos e fala com Ignácia ao telefone toda semana.

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    Ignácia cuidou de Piquet quando ele se acidentou em Indianápolis

    O último a nascer foi Nelson, 61 anos. “Geraldo foi o que deu mais trabalho. Gostava de encrenca na rua, quando era pequeno. Tinha de ir atrás dele e arrastá-lo para casa”, relata Ignácia.

    Geraldo é grato pelos cuidados da antiga babá. Quando Clotilde e Estácio envelheceram, Ignácia também tomou conta deles. Se alguém da casa adoecia, era ela quem preparava chás e xarope caseiro de gengibre e mel para curar as tosses. Geraldo visita Ignácia duas vezes por dia, para saber se ela está bem e para tomar um café. Nelson é menos frequente, devido aos compromissos de empresário, mas sempre passa por lá. “Minha mãe tinha até ciúmes de Ignácia, mas era só de brincadeira. Elas eram grandes amigas e Ignácia sempre foi a dona da casa, definia cardápio, coordenava tudo e cuidava da gente com amor”, lembra Geraldo.

    Além do Rio de Janeiro, os Piquet moraram em diversas cidades, até chegarem a Brasília, em 1960, graças ao trabalho de Estácio no governo e à transferência da capital. Nelson viveu parte da infância e da adolescência entre matinês do Cine Brasília, fatias de pizza da Dom Bosco e missas na igrejinha da 108/308 Sul. “Ignácia sempre esteve conosco, aonde vamos ela vai. Nossa vida sempre foi cheia de conforto por saber que tínhamos as duas (Ignácia e Clotilde)”, diz Nelson Piquet. Ignácia é madrinha do filho mais velho de Nelson, que se chama Geraldo, como o tio. “Quando ele me convidou para batizar o Geraldo, eu disse: ‘Você sabe que eu não tenho dinheiro, nem muito a oferecer’. Ele me respondeu que minha amizade bastava. Então, aceitei”, afirma Ignácia, que também foi madrinha de casamento de Gerusa.

    Ela, que por pouco não morreu de desnutrição durante a infância e enxergava o mundo por uma fresta pequena, conheceu, ao lado de Nelson, lugares que nem imaginava existir. Passou temporadas em Mônaco, no Vaticano, esteve em Portugal, na França, nos EUA e na Itália. Nelson guarda no celular fotos de Ignácia em uma praia brasileira, tomando banho de mar, com sorriso honesto igual ao de criança quando se diverte. “Ela morou um ano no barco (um iate) comigo, em Mônaco. Vou lhe contar um segredo de família: eu sou filho da Ignácia”, diz Nelson, que faz jus à fama de piadista. “Falar besteira é pecado. Seu Estácio era um homem muito respeitador”, responde Ignácia.

    A fama de mau de Nelson Piquet pode sair abalada de um encontro com Ignácia. Ao lado dela, o tricampeão não economiza sorrisos e mimos. Pudera: foi ela quem o ensinou as primeiras palavras escritas, na sala de casa, mesmo sem ter frequentado a escola formal. “Eu estudei pouco na época de menina. A gente mudou para Brasília e eu voltei para o colégio, fui uns dois anos, mas desisti depois”, explica a paraibana. Há décadas, Ignácia escreveu uma carta para Nelson. Queria documentar o seu amor por ele. Anos depois, Nelson encontrou o papel. “Ele chorou e veio me mostrar o que tinha achado”, revela Ignácia.

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    Dançando com Nelson: "Ignácia sempre esteve conosco, aonde vamos ela vai", revela o empresário e campeão de Fórmula 1

    A babá nunca teve filhos biológicos nem se casou. “Eles são mais que meus filhos. Tenho tudo o que preciso, todo o carinho e amor. Não me deixam faltar nada. Nelson me deu até um apartamento, mas passei para o nome da minha irmã, porque eu gosto de morar aqui”, diz Ignácia. Aos 90 anos, ela relata histórias com detalhes precisos de números, locais e datas. Superou bem a cirurgia cardíaca que lhe deixou uma ponte de safena. “Ela está firme. Tem a cabeça melhor que a nossa. No ano passado, plantou um monte de abóboras na fazenda. Quando eu estiver com 80 anos, ainda vou dizer: vou lá em casa ver minha mãe”, brinca Nelson.

    Ignácia esteve presente em todos os momentos importantes: na primeira comunhão de Nelson Piquet, na igrejinha, em casamentos, aniversários, batizados e em ocasiões de tristeza, como a morte de Clotilde. Além de cuidar dos quatro filhos da patroa – que se tornou amiga – como se fossem seus, Ignácia ajudou a criar os netos dela, pelos quais pede proteção divina todas as noites. É por todos eles que Ignácia reza o Santo Anjo do Senhor, famosa oração que pede aos céus para guardar, governar e iluminar pessoas queridas. Se os anjos precisarem de ajuda extra, podem contar com Ignácia.

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    http://sites.correioweb.com.br/app/noti ... acao.shtml

     Rlim
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    MEU DEUS, COMO PODE TER ANTIS?

     Rlim
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    Ainda beijava o Lauda no ao vivo!



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