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 Farofas
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    primeira cobrança e o zagueirão já isolou

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    acabou
    Pohang Steelers na final

     Farofas
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    Pela 1° vez na história a Champions será decidida pelos 2 maiores campeões

    Al Hilal x Pohang, 3 taças pra cada lado

    quem levar se consagra como maior papa títulos da Ásia

     Farofas
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    Depois de superar a saída de suas jovens estrelas para o futebol europeu, uma crise de lesões no elenco e as eliminações em sequência na Copa Levain e na ACL, o Kawasaki Frontale voltou para os trilhos e está muito perto de comemorar seu quarto título da J.League em cinco anos. É verdade que o Golfinho não é mais aquele time que arrasa qualquer adversário que aparece pela frente, mas na rodada desde fim de semana a equipe treinada por Toru Oniki chegou à sétima vitória consecutiva e só precisa de mais quatro pontos nos cinco jogos restantes para gritar "é campeão". O título pode até vir na próxima rodada, daqui uma semana e meia (neste fim de semana não tem J1 por causa da final da Copa Levain), se vencer o Urawa Reds no Todoroki e o Yokohama F-Marinos tropeçar diante do Gamba Osaka no Nissan Stadium.





    Hoje o Frontale derrotou o Shimizu S-Pulse pelo placar mínimo com um golaço de letra de Leandro Damião, vice-artilheiro do campeonato com 17 gols, e assistência do compatriota Marcinho, com grande destaque também para o sistema defensivo e a boa atuação da dupla de zaga Jesiel-Taniguchi. Além de ter o melhor ataque, com 70 gols marcados (empatado com o F-Marinos), o Kawasaki tem também a melhor defesa da liga, com apenas 21 sofridos. E ainda quebrou um recorde: com 84 pontos, superou os 83 da campanha de 2020, que já era a maior pontuação da história dos pontos corridos na J.League (nota: em 2020, eram 18 clubes e 34 rodadas; este ano, são 20 clubes e 38 rodadas).

    O Yokohama F-Marinos não tem conseguido acompanhar o ritmo do rival e foi derrotado hoje em Kansai pelo Cerezo Osaka por 2x1, em um jogo em que a Cerejeira saiu na frente logo no início, soube explorar os contra-ataques para ampliar e teve chances de vencer até por um placar maior. O Cerezo, aliás, tem sido uma pedra no sapato do Marinos, com dez vitórias nos últimos 12 confrontos entre eles.

    Vissel Kobe reage e dá mais um passo rumo à ACL. No confronto direto por uma vaga na Liga dos Campeões da Ásia, o quarto colocado Nagoya Grampus abriu dois gols de vantagem em Toyota contra o terceiro colocado Vissel Kobe com menos de 15 minutos de partida, mas o Vissel reagiu, empatou e só não virou porque o goleiro Langerak estava em um dia inspirado. Yoshinori Muto, que tem sido uma das melhores contratações da janela do meio do ano, foi o destaque do Kobe, com um gol e um pênalti sofrido (que Iniesta converteu). O atacante já balançou as redes quatro vezes desde que voltou à J.League. Esse empate, aliás, foi bom para Urawa Reds e Kashima Antlers, que venceram seus jogos e se aproximaram do G-3 (que pode virar G-4 dependendo de quem vencer a Copa do Imperador).

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    Corrida contra o rebaixamento segue acirrada. Desta vez, o único time do Z-4 que não pontuou foi o Yokohama FC. Isso porque perdeu de forma dramática o Dérbi de Kanagawa contra o Shonan Bellmare de virada e com dois gols sofridos nos quinze minutos finais. Melhor para o Bellmare, que subiu para 16º e respira aliviado, um ponto acima da zona de rebaixamento, enquanto o Fulie volta para a lanterna (20º), já que o Vegalta Sendai (19º) voltou a ganhar um jogo em casa pela primeira vez em cinco meses - o time que parecia mais perto da J2 mostrou que ainda não está morto. Por fim, em mais um "jogo de seis pontos", Tokushima Vortis (17º) e Oita Trinita (18º) ficaram no empate em Naruto, o que não ajudou nenhum dos dois, mas foi melhor para o Oita, que conseguiu arrancar um pontinho fora de casa nos minutos finais. Um pouco mais acima, o Shimizu S-Pulse (15º) ainda corre perigo, enquanto Kashiwa Reysol (14º) e Gamba Osaka (13º) estão a um passo da salvação.



    Resultados da 33ª rodada da J1:

    23/10 - (5º) Urawa Reds 5x1 Kashiwa Reysol (14º)
    Saitama Stadium 2002 (11.172)
    Koya Yuruki (15', 1x0), Takahiro Sekine (21', 2x0), Koya Yuruki (23', 3x0), Matheus Sávio (33', 3x1), Kasper Junker (45', 4x1), Ataru Esaka (59', 5x1)

    23/10 - (19º) Vegalta Sendai 2x0 Sanfrecce Hiroshima (10º)
    Yurtec Stadium Sendai (6.236)
    Kunimitsu Sekiguchi (10'), Ryoma Kida (90+4')

    23/10 - (9º) FC Tokyo 1x2 Kashima Antlers (6º)
    Ajinomoto Stadium (9.748)
    Arthur Caíke (45+1', 0x1), Ayase Ueda (65', 0x2), Ryoma Watanabe (75', 1x2)

    23/10 - (17º) Tokushima Vortis 1x1 Oita Trinita (18º)
    Naruto Otsuka Sports Park Pocari Sweat Stadium (6.488)
    Taisei Miyashiro (70', 1x0), Yamato Machida (80', 1x1)

    23/10 - (16º) Shonan Bellmare 2x1 Yokohama FC (20º)
    Lemon Gas Stadium Hiratsuka (6.212)
    Yusuke Matsuo (63', 0x1), Yuki Ohashi (78', 1x1), Naoki Yamada (89', 2x1)

    23/10 - (13º) Gamba Osaka 1x0 Sagan Tosu (7º)
    Panasonic Stadium Suita (9.886)
    Takashi Usami (10')

    24/10 - (11º) Hokkaido Consadole Sapporo 0x0 Avispa Fukuoka (8º)
    Sapporo Dome (9.392)

    24/10 - (4º) Nagoya Grampus 2x2 Vissel Kobe (3º)
    Toyota Stadium (19.257)
    Naoki Maeda (6', 1x0), Jakub Swierczok (14', 2x0), Yoshinori Muto (59', 2x1), Andrés Iniesta (81', 2x2)

    24/10 - (1º) Kawasaki Frontale 1x0 Shimizu S-Pulse (15º)
    Todoroki Stadium (11.576)
    Leandro Damião (47')

    24/10 - (12º) Cerezo Osaka 2x1 Yokohama F-Marinos (2º)
    Yodoko Sakura Stadium (9.635)
    Takashi Inui (6', 1x0), Mutsuki Kato (21', 2x0), Yuki Saneto (43', 2x1)

     Farofas
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    10 anos depois, o Nagoya Grampus voltou a levantar uma taça e conquistou o único título nacional que ainda não tinha. Campeão da Copa do Imperador em 1995 e 1999, da J.League em 2010 e da Supercopa em 1996 e 2011, hoje a Orca ganhou a inédita Copa da Liga ao derrotar o Cerezo Osaka na decisão por 2x0. Foi o primeiro título de Massimo Ficcadenti no Japão. O técnico italiano está no Nagoya desde 2019 e no futebol japonês desde 2014 (anteriormente, ele treinou FC Tokyo e Sagan Tosu).



    Uma conquista bem ao estilo do "catenaccio" de Ficcadenti. 33% de posse de bola, nenhum gol sofrido, um marcado na bola parada e outro em contra-ataque. Pragmatismo e prioridade na defesa são marcas deste Nagoya Grampus que vinha de decepções recentes neste fim de temporada. Perdeu o principal objetivo do ano ao ser eliminado nas quartas de final da Liga dos Campeões da Ásia pelo Pohang Steelers por 3x0, time que o próprio Grampus já havia vencido sem dificuldade na fase de grupos, não conseguiu se manter na disputa pelo título da J1, onde pode deixar escapar também a vaga na ACL, e neste meio de semana foi eliminado da Copa do Imperador pelo mesmo Cerezo que enfrentou hoje por 3x0. A conquista da Levain vem como um belo prêmio de consolação que premia a evolução do time nos últimos anos (em 2016 o clube foi rebaixado pela primeira vez e até a chegada de Ficcadenti lutava na parte de baixo da tabela na J1) e encerra um jejum de uma década sem conquistas.

    Ficcadenti surpreendeu na escalação ao deixar o centroavante polonês Jakub Swierczok no banco e escalar Yoichiro Kakitani como falso nove. Mateus Castro, como de costume, foi titular, enquanto Gabriel Xavier ficou na reserva. Kakitani, aliás, participou muito mais da defesa do que do ataque, às vezes voltando até a frente da própria área para ajudar na marcação. Após um primeiro tempo em que nenhum dos dois times criou muito, porém, Kakitani apareceu em jogada de escanteio aos 49', desviando de cabeça para Naoki Maeda completar na segunda trave: 1x0.


    Se o Nagoya está em quarto lugar na J.League, o Cerezo faz temporada decepcionante e é apenas o 12º. Depois de mandar Levir Culpi embora no meio do campeonato e promover o assistente Akio Kogiku, a Cerejeira viu certa melhora, mas também joga um futebol mais para o lado pragmático. Curiosamente, o zagueiro brasileiro Tiago Pagnussat e o atacante australiano Adam Taggart, assim como o zagueiro Koji Toriumi (todos fizeram gol contra o Nagoya pela Copa do Imperador três dias atrás) não foram nem relacionados, enquanto o capitão Hiroshi Kiyotake começou no banco. O Cerezo tinha mais posse de bola desde o início, mas não é um time que costuma criar muitas chances e, apesar de ter meias bons, não tem tanta qualidade no ataque. Hoje nem Inui nem Sakamoto estavam bem e os atacantes foram anulados pela defesa do Grampus. Langerak teve bem pouco trabalho.

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    O brasileiro Mateus Castro, um dos destaques do Nagoya Grampus, comemora o título




    Depois de abrir o placar, Ficcadenti resolveu fechar a casinha e, com apenas 58 minutos, trocou Soma e Maeda por Nagasawa e Saito e passou a jogar em um 5-4-1, com Kimoto recuado para a zaga, Nagasawa como volante e apenas Kakitani à frente. Na prática, era um 5-5-0 sem nenhum homem de frente de fato. A ineficiência do Cerezo ajudou, mas os defensores do Nagoya tiveram ótima atuação, especialmente os zagueiros Nakatani e Kim Min-tae. Nakatani, aliás, poderia até ter sido o MVP, mas nos minutos finais o volante Sho Inagaki apareceu na área adversária para pegar um rebote e marcar o que seria o gol do título. Nada mais justo que aquele que tem sido o principal destaque do time na temporada fazer o gol decisivo e levar o prêmio de melhor jogador.

    Copa da Liga Japonesa - Final
    Nagoya Grampus 2x0 Cerezo Osaka
    Saitama Stadium 2002 - Público: 17.933
    Gols: Naoki Maeda (47'), Sho Inagaki (79')


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    Ranking de títulos

    6 - Kashima Antlers (1997, 2000, 2002, 2011, 2012, 2015)
    3 - Tokyo Verdy (1992, 1993, 1994)
    3 - FC Tokyo (2004, 2009, 2020)
    2 - Júbilo Iwata (1998, 2010)
    2 - Kashiwa Reysol (1999, 2013)
    2 - Urawa Reds (2003, 2016)
    2 - JEF United Ichihara Chiba (2005, 2006)
    2 - Gamba Osaka (2007, 2014)
    1 - Shimizu S-Pulse (1996)
    1 - Yokohama F-Marinos (2001)
    1 - Oita Trinita (2008)
    1 - Cerezo Osaka (2017)
    1 - Shonan Bellmare (2018)
    1 - Kawasaki Frontale (2019)
    1 - Nagoya Grampus (2021)

     Farofas
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    Kawasaki Frontale conquista 4º título da J.League em 5 anos

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    Até cinco anos atrás, o Kawasaki Frontale era escrachado por rivais como um "eterno vice", aquele time que sempre morre na praia. O clube tinha sete vices somando liga e copas e nenhum troféu além de quando venceu a segunda divisão. Hoje, o Golfinho conquistou seu quarto título de J.League e tornou-se o segundo maior campeão japonês, empatado com o arquirrival Yokohama F-Marinos e atrás apenas do octacampeão Kashima Antlers. As coisas podem mudar rápido em um campeonato jovem como a J.League, que ainda não completou 30 anos de existência. Se até então o Frontale era geralmente colocado um patamar abaixo de Antlers, Gamba, Reds, Marinos e até Júbilo e Verdy, hoje não tem mais como não incluí-lo entre os gigantes do futebol japonês. É a tradição sendo construída a olhos vistos.





    O título de 2021 veio com quatro rodadas de antecedência e foi comemorado em casa, no empate em 1x1 contra o Urawa Reds no Todoroki (com gol de Jesiel e "assistência" de Leandro Damião) e contando com o tropeço do vice-líder Yokohama F-Marinos, que perdeu em pleno Nissan Stadium para o Gamba Osaka por 1x0. Com 85 pontos, o Frontale não pode mais ser alcançado por ninguém e ainda bateu o recorde de pontuação em uma temporada da J.League no formato de pontos corridos, superando a marca do próprio Kawasaki ano passado (83). Como o campeonato este ano tem 20 times e um total de 38 rodadas, é até normal que o recorde de pontos seja quebrado, mas o Frontale conseguiu isso em 34 rodadas, que seria o número de jogos no formato usual com 18 times.

    Méritos de um trabalho a longo prazo conduzido por Toru Oniki, que no momento é candidato óbvio a próximo treinador da seleção japonesa (caso a JFA não queira ir atrás de um estrangeiro). Oniki ainda não tem vasta experiência no currículo, mas trabalha no clube desde 2007, logo depois de ter se aposentado como jogador. Depois de três anos nas categorias de base e de sete anos como assistente no time principal, ele assumiu como técnico em 2017 e desde então o Golfinho tem conquistado títulos todos os anos, jogando sempre um futebol ofensivo e de muitos gols.


    Nas três primeiras conquistas, o Kawasaki sempre teve jogadores japoneses em destaque. Foi assim com Yu Kobayashi em 2017, Akihiro Ienaga em 2018 e Kaoru Mitoma em 2020. Em 2021, Mitoma e Ao Tanaka eram as principais estrelas até se transferirem para a Europa no meio do ano. Combinando isso a uma crise de lesões no elenco, o Frontale passou por um momento de incerteza, quando perdeu a invencibilidade na J1 e foi eliminado em sequência na Copa Levain e na ACL, mas depois o time se recuperou e vinha de sete vitórias seguidas até empatar com o Urawa hoje. E ainda tem chance de repetir o double de 2020 caso vença também a Copa do Imperador, onde está entre os semifinalistas.

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    Os principais nomes da atual campanha são brasileiros. Leandro Damião, que disputa a artilharia e tem 17 gols, só um a menos que Daizen Maeda (Yokohama F-Marinos), além de nove assistências, vive seu melhor ano no Japão e comanda o melhor ataque da J.League, que marcou 71 gols. O zagueiro Jesiel (ex-Atlético-MG), é o mais consistente da defesa que é a menos vazada da J1, com 22 gols sofridos. Será que um deles vai ser eleito MVP? Além deles, há também o ponta Marcinho (ex-Fortaleza e que defendeu por último o Chongqing Liangjiang, da China), que chegou em setembro para substituir Mitoma e virou titular, e o volante João Schmidt, que perdeu as últimas rodadas por lesão.

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    Resultados da 34ª rodada da J1:

    (1º) Kawasaki Frontale 1x1 Urawa Reds (6º)
    Todoroki Stadium (11.603)
    Jesiel (33', 1x0), Hiroki Sakai (89', 1x1)

    (2º) Yokohama F-Marinos 0x1 Gamba Osaka (13º)
    Nissan Stadium (21.528)
    Shu Kurata (55')

    (9º) FC Tokyo 4x0 Shimizu S-Pulse (16º)
    Ajinomoto Stadium (18.209)
    Adailton (7'), (gol contra, 12'), Diego Oliveira (24'), Masato Morishige (87')

    (20º) Yokohama FC 0x0 Sagan Tosu (7º)
    Nippatsu Mitsuzawa (6.424)

    (17º) Tokushima Vortis 0x1 Cerezo Osaka (11º)
    Naruto Otsuka Sports Park Pocari Sweat Stadium (7.677)
    Mutsuki Kato (11')

    (4º) Nagoya Grampus 2x0 Kashiwa Reysol (14º)
    Toyota Stadium (14.435)
    Jakub Swierczok (34'), Shinnosuke Nakatani (71')

    (10º) Sanfrecce Hiroshima 1x4 Kashima Antlers (5º)
    Edion Stadium (9.626)
    Arthur Caíke (3', 0x1), Keigo Tsunemoto (28', 0x2), Ezequiel (34', 1x2), Arthur Caíke (50', 1x3), Ryotaro Araki (71', 1x4)

    (8º) Avispa Fukuoka 1x0 Oita Trinita (18º)
    Best Denki Stadium (9.147)
    John Mary (32')

    (12º) Hokkaido Consadole Sapporo 1x1 Shonan Bellmare (15º)
    Sapporo Dome (9.642)
    Ryota Aoki (20', 1x0), Taiyo Hiraoka (64', 1x1)

    (3º) Vissel Kobe 4x2 Vegalta Sendai (19º)
    Noevir Stadium (11.427)
    Yoshinori Muto (3', 1x0), Takumi Mase (6', 1x1), Douglas (35', 2x1), Chihiro Kato (52', 2x2), Hotaru Yamaguchi (62', 3x2), Lincoln (70', 4x2)

     Farofas
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    mapa atualizado

    valendo um doce pra quem achar o escudo do FC Primeiro de Fukushima

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    Salieri  isso

     Salieri
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    Mapa maneiraço, @Farofas!

    Quando consegui realizar meu sonho de ir viajar pro Japão (ano que vem se deus quiser!), uma das coisas que quero trazer de lá são camisas de times, queria conseguir umas 3 no mínimo (uma da seleção, Gremião e Antlers de certeza!).
    Farofas  isso

     Farofas
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    :chorar: :chorar: :chorar:
    Yoshito Okubo, maior artilheiro da história da J.League (191 gols na J1), vai se aposentar aos 39 anos. Jogou por Cerezo Osaka, Mallorca, Vissel Kobe, Wolfsburg, Kawasaki Frontale, FC Tokyo, Júbilo Iwata e Tokyo Verdy. Na seleção, destacou-se na Copa de 2010.

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     Farofas
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    Nesta semana, Jô e Corinthians apresentaram suas defesas ao CAS (Corte Arbitral do Esporte) na disputa judicial contra o Nagoya Grampus.

    O clube japonês venceu a primeira batalha na FIFA, que condenou o Corinthians a pagar cerca de R$19 milhões em indenização.

    O Clube Paulista foi acusado de aliciamento, na época que Jô ainda atuava no Nagoya Grampus.

    Já o jogador é acusado de quebra de contrato, uma vez que o mesmo ainda tinha vínculo com o clube japonês quando decidiu acertar sua volta ao Corinthians, em junho do ano passado.

    O veredito sairá em 2022 e não cabe recurso.

     Farofas
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    Editado pela última vez por Farofas em 04/12/2021, 16:51, em um total de 1 vez.
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